Maioria que sofre de enxaqueca não sabe que possui a doença

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 16% da população mundial sofre de enxaqueca. Muitas delas podem nascer e morrer sem apresentar o sintoma mais conhecido da doença: dor de cabeça. Por isso, segundo o neurologista Abouch Krymchantowski, a maioria das pessoas que sofre de enxaqueca nem sequer sabe que tem a doença.

"Enxaqueca não é dor de cabeça. É uma doença química crônica e genética do próprio cérebro. Tanto que as pessoas que sofrem de enxaqueca podem nem mesmo ter dor de cabeça, tanto aquela pouco frequente quanto a extremamente frequente e incapacitante", diz o médico, que é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da American Headache Society.

De acordo com um estudo de 2009, que entrevistou quase 4 mil pessoas no país, a enxaqueca atinge 15 a cada 100 brasileiros, o que equivale a 30 milhões de pessoas no País.

Mesmo sem apresentar dor de cabeça, é possível sofrer de enxaqueca e manifestar outros sintomas neurológicos, como, por exemplo, fobia à luz e a ruídos, confusão mental, alteração na capacidade de concentração, ou ainda náuseas e irritabilidade. Daí a importância de se buscar um especialista para tratar a doença de forma adequada, completa o neurologista.

"Embora seja a sexta doença mais incapacitante na Medicina (segundo estudo da OMS de 2017), as pessoas ainda não recebem o diagnóstico apropriado, porque a maioria dos médicos nem sequer sabe o que é enxaqueca. A pessoa com enxaqueca que vai ao psiquiatra ouve dele que é algo emocional. No gastro, ouve que é problema de estômago; no ginecologista, que é hormonal, e por aí vai."


Muito além das dores

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 16% da população mundial sofre de enxaqueca. Muitas delas podem nascer e morrer sem apresentar o sintoma mais conhecido da doença: dor de cabeça. Por isso, segundo o neurologista Abouch Krymchantowski, a maioria das pessoas que sofre de enxaqueca nem sequer sabe que tem a doença.

"Enxaqueca não é dor de cabeça. É uma doença química crônica e genética do próprio cérebro. Tanto que as pessoas que sofrem de enxaqueca podem nem mesmo ter dor de cabeça, tanto aquela pouco frequente quanto a extremamente frequente e incapacitante", diz o médico, que é professor da Universidade Federal do Rio e membro da American Headache Society.

De acordo com um estudo de 2009, que entrevistou quase 4 mil pessoas no País, a enxaqueca atinge 15 a cada 100 brasileiros, o que equivale a 30 milhões de pessoas no País.

Mesmo sem apresentar dor de cabeça, é possível sofrer de enxaqueca e manifestar outros sintomas neurológicos, como, por exemplo, fobia à luz e a ruídos, confusão mental, alteração na capacidade de concentração, ou ainda náuseas e irritabilidade. Daí a importância de se buscar um especialista para tratar a doença de forma adequada.

"Embora seja a sexta doença mais incapacitante na Medicina (segundo estudo da OMS de 2017), as pessoas ainda não recebem o diagnóstico apropriado, porque a maioria dos médicos sequer sabe o que é enxaqueca. A pessoa com enxaqueca que vai ao psiquiatra ouve dele que é algo emocional. No gastro, ouve que é problema de estômago; no ginecologista, que é hormonal, e por aí vai."


Fonte: JCNET