A dor é um sinal de alerta para algo de errado que está acontecendo no corpo. Quando persistente, deixa de ser um mecanismo de defesa do organismo e torna-se uma doença, muitas vezes, de difícil controle.

A dor pode ser classificada como “aguda”, ou seja, aquela que dura um curto período de tempo, geralmente menos de um mês, ou “crônica”, quando persiste ou recorre por mais de três meses, ou associada à lesão de algum tecido que imagina-se poder evoluir como: artrite reumatóide, osteoartrite, gota, etc.

A reação das pessoas que apresentam algum tipo de dor aguda é distinta daquelas com algum quadro de dor crônica. Alterações psicológicas, depressão mental, preocupação com o corpo e afastamento dos interesses externos são sintomas característicos do afetados por dores agudas.

Já os pacientes que sofrem de dor crônica podem querer afastar-se das pessoas mais próximas e apresentar incapacidade para continuar com as atividades de trabalho e lazer. Insônia, diminuição do desejo sexual e alterações de apetite são outros sintomas comumente relatados por pacientes com dor crônica.

Por tudo isso, é importante que a dor seja valorizada, investigada por profissionais especializados e tratada da forma mais apropriada.